O apoio prioritário aos bancos foi determinante para a credibilização e estabilização do sistema financeiro e conduziu à forte baixa das taxas de juros de que beneficiam, hoje, muitas centenas de milhares de portugueses.
Portugal foi dos paises que menos gastou com os bancos.
Há sinais e indicadores que estão a melhorar.
Em tempos de recessão profunda a questão é a urgência e não a reforma.
O investimento público é fundamental porque o privado é quase inexistente.
O tempo não é de inacção.
O tempo é de agir.
Não temos condições para esperar.
Quem age poderá vir a errar, mas, quem não age está logo a errar por inacção.
Há um preço muito pesado por não agir.
O investimento público em escolas, banda larga e energias são necessários e aconselháveis, mas, o investimento em infraestruturas é fundamental e detrminante para nos aproximarmos do centro, combatendo a nossa periferia.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
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