As eleições estão aí.
Cada vez mais me convenço que a renovação da maioria absoluta do PS é possivel.
Porque o País precisa de um Governo forte e determinado.
Porque o País precisa de um Governo que não se deixe condicionar por interesses corporativos indevidamente instalados, em detrimento do interesse geral.
Porque o País precisa de um Governo com um rumo claro, visão de futuro e capacidade de acção.
Os portugueses sabem disso.
O PSD é cada vez menos uma alternativa.
Enredado, como sempre, em lutas intestinas de partilha do poder, não lhe sobra, sequer, tempo para alinhar algumas, algumas que fosse, ideias ou propostas que faça os portugueses equacionarem a sua opção.
E os portugueses não gostam de dar tiros no escuro.
E muito menos quando os exemplos passados de má governação, falta de rumo, trapalhadas e compadrios, com os mesmos protagonistas, são as únicas referências que restam.
O PCP continua, coerentemente, mais do mesmo.
Mesmo para um eventual cenário de coligação com o PS, essa possibilidade é um susto:
"o país não pode dar-se ao luxo de ter no Governo quem lute ainda hoje pela nacionalização da Banca e de empresas consideradas estratégicas, como a Galp, a EDP ou a PT".
Do BE, partido da graçola fútil e da irresponsabilidade demagógica, nada há a esperar.
Responsabilidade e compromisso não estão no seu ADN, como é notório e evidente.
Qualquer veleidade de colocar o BE na area governativa é pura fantasia.
"Acresce que o BE deixaria de ter graça e perderia a hipótese de usar diariamente a demagogia.
Ou seja: daria um passo em direcção ao abismo".
O CDS/PP é o Portas, ponto final.
Estou cada vez mais convencido que a renovação da maioria absoluta do PS é possivel e extraordinariamente necessária.
Os portugueses querem, e precisam, de quem lhes indique o rumo a seguir e lute por ele com determinação.
Nos momentos difíceis é no PS que os portugueses confiam.
E vão confiar.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
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